terça-feira, 28 de março de 2017

Tenho 2 fetiches. Bom tenho mais uns quantos mas isso agora não interessa nada.





Ora bem.... Um deles é:

Entro no restaurante do Ramsey. Peço peixe. O peixe vem para mesa. Eu abro o peixe. Chamo o cozinheiro, o Ramsey himself, of course. Quando ele se me 'aprochega', eu levanto-me, pego no peixe, mando-o ao chão e grito: 
"It's raww. Rawwwwwwwwwwww!". 
LINNNNNNDO! Dou gargalhadinhas parvas só de pensar nisso... ihihihihihiiiihihiihih! 

O outro é:
Sou mandada parar pela Policia. Pedem-me os documentos. Mostro-me nervosa. Saio do carro e mantemos este diálogo: Sr Guarda, faça o que quiser mas não vá ao porta bagagens"
Mas porquê?
Não vá...
Mas porquê?
Porque eu tenho lá a Maddie!
Ele dirige-se ao porta bagagens (penso eu, porque com a autoridade Portuguesa já não duvido de nada), abre-o e vê que não está lá nada. Faz uma cara de parvo, que não é difícil e pergunta: Então onde está a Maddie?
E eu: Ah raça da gaiata que já se me fugiu outra vez!
A história a partir daqui poderia ter muita ou pouca piada, dependendo do vento....
E pronto, foram estas as minhas ideias doentes dos últimos tempos. Agora vou almoçar um tamboril com cara de charroco.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Estar solteiro incomoda muita gente, estar solteiro e feliz incomoda muito mais...





Existe algo mais chato que  aquela pergunta da tua tia durante um almoço de domingo:

E namorados, há?

Existe sim, aquela amiga que não vês há séculos, encontra-te na rua e manda aquela típica frase: Então? Estás a namorar?

Eu gostava de fotografar aquele momento, guardar para sempre a cara de decepção das pessoas quando respondo que não.  E depois vem uma ou duas falas típicas do género: ah , mas és tão bonita, como é possível não teres ninguém? Ou quem não escolhe, acaba escolhido… 
Esta conversa no mínimo dá-me vontade de rir.

Esta visão errada das pessoas de que quem está solteiro necessariamente está sozinho, mostra a visão distorcida do amor. O amor não é uma questão de tentativas com medo de ficar só. O amor nem de longe é refugio ou abrigo por medo da solidão.  As pessoas colocam a responsabilidade de serem  felizes nas mãos dos outros, acham que um relacionamento é a chave para aliviar a angustia, tristeza e dor. Mas antes de sermos um bom par, temos de ser um bom ímpar, temos de gostar da nossa companhia, e principalmente gostar do que vemos no espelho. Ter orgulho na pessoa incrível que nos tornamos. É fundamental nos amarmos.

Estar solteiro não é nem de longe o mesmo que solidão.

Tudo tem o seu tempo certo. Eu não quero alguém para sarar as minhas dores, curar as minhas feridas ou me completar. Eu quero companheirismo, eu quero tempo de qualidade.

Dispenso desculpas, falta de interesse e o medo de embarcar. Eu quero alguém disposto, alguém  que me traga certezas em vez de dúvidas, alguém que apareça ao invés de desaparecer sem sequer dizer o porquê. Eu estou solteira e estou feliz, porque não há nada pior que me sentir sozinha mesmo tendo companhia.


sexta-feira, 24 de março de 2017

As pessoas separam-se...


E como é normal, cada um vai para o seu lado.
Mas esquecem-se de um pequeno detalhe

O MUNDO É REDONDO...

quinta-feira, 23 de março de 2017

E se alguém vos dissesse:



"Eu conheço-te. Sei que seria fácil para ti substituíres-me."

O que diriam...?!
Eu diria que:
Gostar de alguém não é ficar apenas porque não se tem mais opções.
Gostar de alguém é saber que o resto do mundo está lá. Que existem caminhos mais fáceis. Que a nossa vida poderia ser mais simples. Que o escolhido tem tantos defeitos como toda a gente. Que poderíamos partir, se quiséssemos.
Gostar de alguém é nada disso nos importar.
Gostar de alguém é sermos livres de escolher aquele beijo e aquele toque. Apenas porque aquele abraço é o nosso local preferido na face da Terra.
Gostar de alguém é querer a liberdade de ficar.
No matter what.

quarta-feira, 22 de março de 2017

segunda-feira, 20 de março de 2017

Tenho um assunto mal resolvido com o Ricky Martin

Nunca mais esqueço o dia 29 de Março de 2010. Estava num jantar de aniversário quando a bomba foi lançada, assim… na minha direcção, sem dó nem piedade…
-Isa, sabias que o Ricky Martin assumiu ser gay?
Esta alarvidade foi cuspida por um gajo despeitado, só pode. 
(isto foi o que pensei  nos segundos que antecederam a aprovação global da mesa)
Olhei para a minha melhor amiga, ela sim, falaria a verdade, já que dividíamos a paixão platónica pelo Porto Riquenho mais sexy do universo. 
O movimento de cabeça em sinal de afirmação, deitou por terra toda a minha devoção ao gingado pélvico mais sensual do século XX e XXI.
Acho que se tivessem dito que o meu namorado era gay não me teria custado tanto, afinal justificaria tanta coisa… enfim.. adiante que atrás vem gente.
O jantar não desceu, a noite acabou naquele minuto maléfico.
Os cd’s do moço ficaram esquecidos no fundo da gaveta da secretária, o rádio era desligado quando os primeiros passos da Maria ecoavam… fiquei destroçada, magoada, afinal… ser trocada por uma mulher é triste, mas ser trocada por um homem é uma derrota. E no alto dos meus vinte e poucos anos eu achava ser esta a melhor maneira de castiga-lo por ousar trocar-me por um par de bíceps e uma pilinha, "argumentos" contra os quais eu nunca poderia competir.
Os anos passaram, ele não mudou, eu também não!
Nunca mais o ouvi, nem nunca mais quis saber dele. Cortamos relações para a vida, pelo menos eu pensava que sim. Até ontem à noite, quando me ofereceram um bilhete para o ir ver à Meo Arena.
Agora estou aqui dividida entre a minha teimosia e a vontade de voltar a vê-lo.
17 anos depois, voltei a colocar o nome Ricky Martin no motor de busca. 
E deu nisto…