quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Eu gosto assim!












 Um "bom dia" quente... 
Com sorrisos puros que vivem o ritmo de um novo amanhecer. 
Embrulhados num abraço sincero meio ensonado, entre a música de um beijo com sabor a café. Aquele pequeno almoço recheado de sussurros, de gestos de olhares... que se pedem e se dão... completam-se numa mímica de sorrisos, onde a química se entrega numa perfeita combinação. Resumidamente... tudo sentem com o coração.
Eu gosto assim!... E tu não?


(amanhã, amanhã o tasco volta à normalidade... hoje não!)

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Coisas que leio por aí...





''Uma mulher sábia beija mas não ama, escuta mas não acredita e parte antes de ser abandonada''



[Marilyn Monroe]

*foi pena ela não ter seguido este ensinamento...morreu jovem demais...

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Coisas minhas





Algumas pessoas  escrevem pela arte, pela linguagem e pela literatura.
Esses sim, são os bons.
Eu apenas  escrevo para fazer afagos.
E porque tinha de encontrar uma forma de poder  alongar os braços, e estreitar distâncias.
E existem muitas distâncias em mim (e uma enorme timidez).
Muitos escrevem grandes obras.
Eu só escrevo pequenos bilhetes para escondê-los com todo cuidado debaixo das portas.
Alguns são encontrados, outros nunca foram lidos... 
E assim se perdem sinais de esperança.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Coisas que leio por aí...




O amor morre quando deixamos de inventar futuros. 
Há um dia em que o peito deixa de estrebuchar com ganas e achamos normal. E depois vamos andando, meio aos poucochinhos, sem olhar fundo nos olhos do outro. 
Quando damos por ela, não usamos mais do que quatro palavras para ter uma conversa inteira. 
Na verdade, chega bem para o que somos. Tudo tão a custo.
O sexo acontece às vezes, normalmente à sexta-feira, quando não é preciso levantar cedo no outro dia. É coisa triste de ver, dois corpos deitados e sem ideias, meio aos estremeções, pálpebras cerradas para não cegarem na poeira um do outro. Dói muito o sexo quando só é feito com o corpo!
As tardes, essas são mais alegres quando a chuva cai. Pelo menos ouve-se um bocadinho de voz. Uma espécie de nuvens a cantar... a remendar silêncio. O verdadeiro deserto deve ser esse, duas pessoas fundidas, sem som nem caminho, a esperar que alguém dotado de sonhos as leve ao espanto... a amar do corpo para fora! Viver, também é morrer às vezes.
(...)


Telmo Mendes